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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

9º Concurso de Narrativas de Morro Reuter


Informações:
a) Diversas categorias
b) Envio por e-mail

Premiação:
I) Tablets e Livros

Prazo: 03 de Outubro de 2014


Organização:
Secretaria de Educação e Cultura de Morro Reuter/RS

Contato - Mais informações e Dúvidas:
concursodenarrativas2014@gmail.com

Regulamento:
http://alphavillepublicidade.com.br/clientes/morro_reuter/#page/2

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Jamais desanime...


Jamais desanime ante as dificuldades. Elas são provas que contribuem para o nosso crescimento. Mantenha-se firme.

Batman V Superman: Dawn of Justice - Imagens


Batman V Superman: Dawn of Justice  é título do filme que unirá Batman Superman.

Confira fotos da Mulher-Maravilha, Superman, Batman e Batmóvel:











Dirigido por Zack Snyder, com roteiro de Chris Terrio e argumento de Zack Snyder e David S. Goyer, o filme tem no elenco Ben Affleck (Batman/Bruce Wayne), Henry Cavill (Superman/Clark Kent), Gal Gadot (Mulher-Maravilha/ Diana Prince), Jesse Eisenberg (Lex Luthor), Jeremy Irons (Alfred), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White), Diane Lane (Martha Kent), Holly Hunter, Tao Okamoto e Callan Mulvey. A estréia está prevista para 28 de abril de 2016 (Brasil); 6 de maio de 2016 (EUA).


Fonte: Omelete.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Cinco livros velhos que todo mundo deveria ler



Há quem diga que um livro velho não tenha seu valor: é chato, fedido, sem graça. Outros ainda acham que suas histórias são distante demais, cheiram a coisa do passado. Para provar a estes que estão errados, fizemos uma lista com cinco livros velhos que devem sempre ser lidos.

1. Divina Comédia – Dante Alighieri

Um dos autores mais citados e, infelizmente, menos lidos no último século, Dante construiu um sistema incrível onde tudo e todos são julgados. Apesar do adjetivo dantesco – que normalmente traz consigo a imagem negativa do Inferno, a primeira das três partes da Comédia –, ele foi capaz de criar uma narrativa em verso cheia de imagens e conceitos, sem ser pedante e sendo profundo. Guiado por ninguém menos que Virgílio, autor da Eneida, pelo inferno e depois por Beatriz, seu grande amor, o próprio autor vai do inferno ao céu, encontrando personagens históricos – reais ou fictícios – e conhecendo os motivos que o impediram de chegar ao empíreo, lugar reservado àqueles selecionados por Deus. Apesar do mote aparentemente religioso e de se passar no Inferno, Purgatório e no Céu, Divina Comédia está mais interessada em versar sobre as angustias de um homem de seu tempo que falar propriamente em Deus.

2. Gargântua e Pantagruel – François Rabelais

Provavelmente é o livro mais engraçado e divertido saído da Idade Média. Nesse romance o gigante Gargântua e seu filho Pantagruel atravessam a França da época e mostram, com um senso de humor divertidíssimo, a contraditória sociedade francesa da época. Nada nem ninguém escaparam das aventuras dos dois gigantes: retoricistas enfadonhos, pseudo-eruditos, a Igreja. Picaresco por excelência, Gargântua e Pantagruel é o livro para se rir alto enquanto se lê as aventuras em que ambos se metem.

3. Hamlet – William Shakespeare

“Há algo de pobre no reino da Dinamarca”, anuncia Hamlet logo de início na peça. Forte e vibrante, a trama de Shakespeare faz com que o público siga as ações do hesitante enquanto muita coisa acontece. Entre duas aparições do fantasma do rei morto e o trágico final, o autor reinventa a Poética de Aristóteles e chega ao auge da sua criação no personagem-título, mostrando que Otelo, Macbeth e Rei Lear não foram acertos inconscientes. Hamlet continua sendo ainda hoje a peça mais amada e estuda pela crítica (da religião à psicanálise, passando pela política, filosofia e o feminismo – só para ficarmos nos mais interessados). Àqueles que ainda duvidam da força de Hamlet, lembrem que entre seus admiradores estão Machado de Assis, Herman Melville e William Faulkner.

4. Dom Quixote – Miguel de Cervantes

O que dizer do Cavaleiro da Triste Figura e de seu fiel escudeiro Sancho Pança? Sua influência é tão grande, e devastadora, que torna difícil pensar em toda a cultura ocidental sem as aventuras (ou nem tanto) doEngenhoso Fidalgo Dom Quixote de la Mancha. Ao lado das peças de Shakespeare, a grande obra de Cervantes atravessa os séculos e continua sendo ovacionada como um marco, criando uma estrutura altamente copiada e desenvolvida pelos séculos seguintes: o romance moderno (ninguém nega que havia romances anteriores a ele, porém nenhum outro foi capaz de firmar a narrativa em prosa como ele). De Sterne a Picasso, em qualquer um dos campos da Arte, Dom Quixote deixou sua marca enquanto ele e Sancho buscam Dulcinéia pela Espanha.

5. Os Sofrimentos do Jovem Werther – Goethe

Apesar de ter sido citado recentemente em um dos podcasts, esse livro é parte essencial para que se compreenda todo o Romantismo – e até a cafonice amorosa – do mundo ocidental. Não há nada, aparentemente, que transforme o mote desse romance em algo arrebatador: Werther ama Carlota e ela o corresponde; ela, porém, está comprometida com outro, Alberto, e a partir daí a desgraça está anunciada. Responsável por uma onde de suicídios na Europa depois da sua publicação, Os Sofrimentos do Jovem Werther apontam a impossibilidade do amor e dão vazão ao lirismo de Goethe enquanto escreve as cartas reunidas por um suposto Editor após o término da ação.

domingo, 14 de setembro de 2014

Concurso Contos de Natal da AABiP


O “I Concurso de Contos de Natal –2014”, promovido pela Associação de Amigos da Biblioteca Pública – AABiP, tem como objetivo revelar novos autores e incentivar a criação literária.

Poderão participar do concurso escritores brasileiros, com idade a partir de 18 (dezoito) anos e que estejam atualmente residindo no país. Cada concorrente poderá participar com apenas 1 (um) trabalho inédito, escrito em língua portuguesa.

O tema do conto deverá ser obrigatoriamente o Natal.

A inscrição deverá ser realizada via e-mail, de 15 de setembro a 31 de outubro de 2014.

O título do e-mail deve ser “I Concurso de Contos de Natal –2014”, e nele deve estar anexado o arquivo de texto (Word) com sua obra, seus dados e minibiografia. E-mails que não obedecerem estas regras serão automaticamente desclassificados.

Uma comissão indicada pela Associação de Amigos da Biblioteca Pública selecionará 3 (três) contos que serão classificados em primeiro, segundo e terceiro lugares.

Os três autores selecionados receberão a seguinte premiação:

1º lugar – R$ 1.000,00 (mil reais)

2º lugar – R$ 500,00 (quinhentos reais)

3º lugar – R$ 500,00 (quinhentos reais)


Regulamento completo e mais informações no LER MAIS.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Primeiro Prêmio MIRÓ de Literatura – Regulamento


O Primeiro Prêmio MIRÓ de Literatura é uma realização da agência de publicidade MIRÓ Propaganda (http://www.miropropaganda.com) em parceria com a Editora Insular (http://www.insular.com.br/). Tem como objetivo fomentar a produção literária e revelar novos talentos. Pretende estabelecer-se como parte do calendário cultural de Florianópolis e região, acontecendo com periodicidade anual.

Para esta primeira edição do Prêmio, estão abertas inscrições na categoria CONTOS. O tema é livre.

A inscrição é gratuita. Podem participar do Prêmio todas as pessoas físicas residentes no Brasil. Cada candidato poderá concorrer somente com 1 conto, com no máximo 20.000 caracteres, incluindo os espaços.

A inscrição do conto que participará do Prêmio deverá ser feita no período de 04 de agosto de 2014 a 04 de outubro de 2014.

Regulamento completo e mais informações clique no LER MAIS. 

13º Prêmio Literário Livraria Asabeça 2014


A Livraria Asabeça organiza anualmente, desde 2002, o Prêmio Literário Livraria Asabeça, com o apoio da Scortecci Editora, para autores brasileiros, maiores de 18 anos, residentes ou não no Brasil. 

O Prêmio Literário Livraria Asabeça tem por objetivo publicar novos talentos e promover a literatura brasileira. 


O Prêmio Literário Livraria Asabeça de 2014 contemplará Livros de Poesia, nunca publicados (inéditos), em papel, eletrônico, magnéticos, sites ou blogs.



INSCRIÇÕES:

Inscrições até o dia 30 de outubro de 2014.


PRÊMIO e DIREITO AUTORAL:

Contrato de publicação da obra com a Scortecci Editora de 150 (cento e cinquenta) exemplares, sendo 100 exemplares para lançamento e comercialização através da Livraria Asabeça e 50 (cinquenta) exemplares inteiramente grátis para o autor, no formato 14 x 20,7 cm, miolo em preto e branco, papel 75 gramas, capa colorida com papel cartão 250 gramas, com orelhas.

Os livros terão ISBN, Ficha Catalográfica, selo Editorial da Scortecci e logomarca da Livraria Asabeça.

A Comissão Organizadora do concurso poderá ou não atribuir Menções Honrosas.

Não haverá por parte do autor vencedor nenhuma despesa ou taxa e todos os custos serão pagos pela Scortecci.

A título de Direito Autoral, cada autor receberá 10% (dez por cento) sobre o preço de capa dos exemplares comercializados, pelo prazo de 1 (um) ano ou até o término da edição, o que acontecer primeiro.

Após o término do contrato, o autor poderá adquirir o saldo dos livros com desconto de 80% sobre o preço de capa. Não havendo interesse por parte do autor, os livros serão distribuídos gratuitamente para bibliotecas e escolas públicas ou utilizados para promoção do próprio Prêmio Literário Livraria Asabeça.

Cada exemplar da obra será comercializado através da Livraria Asabeça e site da Livraria Cultura ao preço de R$ 25,00.


CRONOGRAMA:

- Inscrições até o dia 30 de outubro de 2014.
- Resultado: até 31 de dezembro de 2014.
- Lançamento da obra: Em 2015 em data e local escolhidos pela editora em comum acordo com o Autor.


Regulamento completo e mais informações clique no LER MAIS.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Clube dos Cinco - Soundtrack


Dirigido por John Hughes (Antes Só do que Mal Acompanhado, Quem Vê Cara Não Vê Coração), Clube dos Cinco (The Breakfast Club, 1985) é uma comédia dramática com Emilio Estevez, Anthony Michael Hall, Paul Gleason, Molly Ringwald e outros.

Em virtude de terem cometido pequenos delitos, cinco adolescentes são confinados no colégio em um sábado, com a tarefa de escrever uma redação de mil palavras sobre o que pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas completamente diferentes, enquanto o dia transcorre eles passam a aceitar uns aos outros, fazem várias confissões e tornam-se amigos.



Clube dos Cinco, tal como Curtindo a Vida Adoidado (também de Hughes) foi um daqueles filmes colegiais americanos que costumava passar na Sessão da Tarde e no extinto Festival de Férias, ambos da Rede Globo (quem tem mais de vinte e cinco anos se lembra). Infelizmente, produções como essa não acontecem mais em Hollywood. Enfim, vale à pena destacar a música-tema Don't You Forget About Me do Simple Minds.



Fonte: AdoroCinema, Letras.mus.br

Pouco importa...


Pouco importa se seu trabalho é dos mais simples ou dos mais complexos, desempenha-o com dedicação.

sábado, 6 de setembro de 2014

7 diretores de cinema que dariam bons escritores


Você já imaginou como seria se os nossos cineastas preferidos fossem escritores e que tipo de livros eles fariam?

Antes de qualquer coisa, tenho que admitir que a gênese desse texto tem origem na crônica de Davidson Davis. O resto é consequência e delírio do autor.

Cinema e Literatura andam lado a lado, ninguém dúvida do fato. Os cineastas, ainda hoje, sofrem uma forte influência da Literatura e seguem filmando obras dos mais variados gêneros, dos clássicos aos contemporâneos. É fato que o Cinema tem exercido uma influência cada vez maior sobre a arte de escrever, possibilitando um movimento interessante de refluxo de influência vez maior sobre a arte de escrever, gerando um movimento interessante de força da sétima arte sobre a Literatura.

Mas e se, ao invés de serem diretores de cinema, alguns fossem escritores? Quais seriam seus estilos e características? Que temas abordariam? Etc. etc. etc.

Para tanto, selecionamos sete grandes diretores de cinema e tentamos imaginar como seriam se fossem escritores.


Sergio Leone


Seria conhecido por colocar sangue, muito sangue mesmo, na Literatura. Seus romances falariam sempre de tipos durões, às vezes sem nome, em um mundo onde é matar ou morrer. Ele, porém, saberia dar vazão a imaginação e teria duas qualidades marcantes que lhe dariam um lugar ao sol: saber reinventar um gênero um tanto ultrapassado (o faroeste) e ainda por cima dando profundidade em algo que, em teoria, teria tudo para ser raso e fútil. Suas narrativas seriam longuíssimas – que nem seus filmes – e cheias de viradas à la romance policial. Ocasionalmente plagiaria algum colega em algum boa ideia e admitiria apenas anos depois.


Stanley Kubrick


Dessa lista, provavelmente seria o mais denso e pesado de todos. Gêneros não seriam mantidos, pois se repetir não era muito o seu forte. Poderíamos esperar narrativas históricas, de ficção científica um tanto filosóficas, de suspense, de guerra, sobre violência, filmes on the road. Narradores duros e fantásticos, capazes de nos fazer prestar atenção em detalhes mínimos que deixamos passar normalmente. Muitos o odiariam, é verdade, mas ele não se importaria muito, afinal, seria do tipo Thomas Pynchon que nunca dá as caras. É certo que seria um dos autores sempre citados ao Nobel e que acabariam por nunca ganhá-lo.


Akira Kurosawa


Se em alguém quiséssemos encontrar prosa poética e uma grande força narrativa, aqui temos nosso homem. Capaz de transpor tudo – e quando digo tudo, quero dizer literalmente – para o mundo feudal japonês habitado por samurais e pela honra. Teria fortes influências de Shakespeare e Dostoiévski e seus personagens sempre seguiriam os mesmos arquétipos – o que não seria ruim, pois ele saberia fazê-los se reinventar a cada nova história. Teríamos como pano de fundo um Japão clássico, até certo ponto estereotipado no ocidente, contudo ele saberia nos apontar aqui e ali o que, no fim das contas, o torna universal e agradável a qualquer um. Assim como Kubrick, seria denso e dado a inovações técnicas constantes em seus textos.


Alfred Hitchcock


Discípulo de Edgar Allan Poe. Poderíamos dizer que seria um desses autores pós-modernos que apreende o que há de melhor na arte de segunda categoria e que transforma isso em sua matéria-prima. Mulheres bonitas e atraentes circulariam como heroínas constantemente – bem como uma aparição casual de algum alter-ego apenas por diversão. O suspense seria terrível e angustiante, deixando quase todos os atuais escritores embasbacados com o poder narrativo e o controle da tensão.


Pedro Almodóvar


Um surrealista, um pós-moderno, alguém capaz de mexer com nossas emoções de forma perturbadora. Poderíamos esperar uma Espanha gostosa, cotidiana, em meio a tramas complexas a ponto de dar um nó em nós, pobres leitores. Enredos absurdos, ou nem tanto, capazes de nos prender às páginas, mesmo quando absurdos, seriam sua melhor marca. Com certeza teria a influência de todo o Realismo Mágico, dos Surrealistas e de tudo de que fuja do cotidiano e do normal.


Quentin Tarantino


A principal influência dele seria Sergio Leone e seus romances sangrentos. No entanto, aqui tudo seria mais estilizado, mais detalhado, um tanto escrachado e farofeiro, porém sempre divertido e prazeroso. Muitos personagens morreriam e suas tramas seriam complexas e altamente fragmentadas, dando a impressão de um caleidoscópio narrativo bem trabalhado. A manipulação do leitor seria um dos seus fortes, fazendo-nos rir na hora certa e fazendo-nos ficar ansiosos em situações-chave. É provável que seria o mais pós-moderno de todos dessa lista.


Woody Allen


Um mundo de estereótipos cômicos seria o seu forte. Piadas dúbias e senso de humor recheariam páginas e páginas, mas sempre teriam um fundo de verdade amargo e constrangedor para o leitor. Seu mundo seria sempre o dos judeus de Nova York – por vezes vazios devido ao dinheiro, ou à solidão e outros problemas. Muitos o odiariam e questões extra-literárias sempre apareceriam na pauta quando o seu nome surgisse. Teria uma produção extensa e por vezes irregular, podendo aqui e ali fazer homenagens, mesmo que debochadas, dos seus autores preferidos.


E para você, quais diretores de cinema dariam bons escritores?

17 Curiosidades Sobre a Coleção Vaga-Lume



Era início dos anos 70.

Um vaga-lume usando boina e tênis estampava todos os livros da série Vaga-Lume, da Editora Ática, que, por sua vez, estavam presentes nas estantes de todo o Brasil.

Luminoso – o nome do vaga-lume em questão – apresentava os enredos dos mais de 70 livros lançados pela editora, utilizando-se de expressões como “tudo joinha?” e “supimpa!”.


A série Vaga-Lume foi (e ainda é) um estrondoso sucesso, sendo uma das principais responsáveis pela formação de dezenas de milhares de leitores Brasil afora.

Eu sou um deles, e você provavelmente também é.

Por isso, reuni aqui algumas curiosidades sobre esta coleção, que em 2013 comemora 41 aninhos de vida e pura vitalidade editorial.

1. A série Vaga-Lume foi lançada pela Editora Ática na virada de 1972 para 1973, e é composta de romances voltados ao público infantojuvenil.

2. A editora não divulga números, mas estima-se que somente a obra A Ilha Perdida, de Maria José Dupré, já ultrapassou a marca de 2,2 milhões de exemplares vendidos.


3. A série ajudou, e muito, a fortalecer e consagrar a Editora Ática, que recentemente informou que pretende relançar a coleção em formato digital.

4. Um dos maiores sucessos da série, O Escaravelho do Diabo, de Lúcia Machado de Almeida (1910-2005), foi lançado primeiramente em 1956 como um folhetim da revista O Cruzeiro.


5. Inicialmente, a série se caracterizava pela presença de obras já consagradas, de autores idem. Já na segunda década após seu lançamento, tanto os textos quanto os autores passaram a ser inéditos.

6. Um destes autores inéditos era Marçal Aquino.

7. Quando foi convidado para escrever por Fernando Paixão, editor da série na época, Marçal era repórter do Jornal da Tarde e nunca havia escrito uma linha sequer para o público infantojuvenil.

8. Em contrapartida, outro escritor da série, Marcelo Duarte, nunca publicou nenhum livro de ficção fora da coleção Vaga-Lume. O jornalista, escritor e dono da Editora Panda Books publicou seus cinco livros de ficção na série, e vendeu mais de 240 mil exemplares.

9. Em 1980, quando foi informado pelos editores responsáveis pela Coleção Vaga-Lume sobre a tiragem pretendida para seu livro, um atordoado escritor de pseudônimo Marcos Rey não acreditou. Os editores da Ática reiteraram: 120 mil exemplares.

10. Marcos Rey, pseudônimo de Edmundo Nonato, era nesta época um escritor já reconhecido de contos e romances adultos, porém estava acostumado com tiragens que não ultrapassavam três mil exemplares.

11. A aposta em Marcos Rey foi alta – e certeira. O Mistério do Cinco Estrelas, de 1981, vendeu mais de 2,5 milhões de exemplares. O autor escreveu o livro em dois meses.


12. Atualmente, porém, os mais de 15 livros lançados por Marcos Rey estão fora da coleção Vaga-Lume.

13. Um dos criadores da série, Jiro Takahashi, hoje editor do selo Prumo, da Editora Rocco, afirma que o sucesso da coleção se deu por conta de uma série de fatores, sendo o principal deles o baixo preço dos livros. Altas tiragens permitiam preços muito baixos, que por sua vez facilitavam a adoção das obras por escolas.

14. Outro ponto importante para a aceitação em sala de aula eram os encartes chamados Suplementos de Trabalho, que traziam atividades didáticas ligadas ao livro.

15. Milton Rodrigues Alves, um dos ilustradores da série, conta que, para ilustrar O Caso da Borboleta Atíria, passou muitas e muitas horas em um Museu de Zoologia. “Não tínhamos internet, e a melhor maneira de saber a forma de um Dynastes Hercules era indo ao Museu”, conta Milton.

16. O Escaravelho do Diabo, de Lúcia Machado de Almeida, em breve sairá das estantes diretamente para as telas de cinema. A obra está em fase de pré-produção, e terá direção de Carlos Milani. O filme já tem até um site: www.oescaravelhododiabo.com.br

17. E O Escaravelho do Diabo não é o único. O Mistério do Cinco Estrelas (1981), O Rapto do Garoto de Ouro (1982) e Um Cadáver Ouve Rádio (1983), todos de Marcos Rey, tiveram seus direitos adquiridos pela produtora RT Features, e começam a ser filmados no final de 2013. A previsão de estreia é julho de 2014.


quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Assista ao novo trailer de O PROTETOR, com Denzel Washington

Por Antônio Tinoco


O blog The Playlist divulgou o novo trailer de O Protetor, filme de ação do diretor Antoine Fuqua (Dia de Treinamento; Atirador) que foi inspirado na série de televisão homônima da década de 1980.
Na trama, um agente do governo que fingiu sua morte para ter uma vida tranquila precisa abandonar a aposentadoria para resgatar uma jovem da máfia russa.




Denzel Washington (O Gângster), Chloë Grace Moretz (Kick-Ass 2), Melissa Leo (O Vencedor), Bill Pullman (S.O.S. - Tem um Louco Solto no Espaço) e Marton Csokas (A Supremacia Bourne) integram o elenco de O Protetor, que chegará ao Brasil no dia 25 de setembro.
Confira abaixo o trailer:




Veja o novo trailer de CORAÇÕES DE FERRO, com Brad Pitt

Por Antônio Tinôco


O blog The Playlist divulgou o novo trailer de Corações de Ferro, longa de ação dirigido e roteirizado por David Ayer (Os Reis da Rua). Na trama, a equipe de um tanque precisa cumprir uma perigosa missão na Alemanha Nazista durante os últimos meses da Segunda Guerra Mundial.

Brad Pitt (Bastardos Inglórios), Shia LaBeouf (Controle Absoluto), Logan Lerman (Os Indomáveis), Jon Bernthal (O Lobo de Wall Street) e Michael Peña (Menina de Ouro) são os protagonistas de Corações de Ferro, que chega aos cinemas no dia 5 de fevereiro de 2015. Confira:




quarta-feira, 3 de setembro de 2014

60 Segundos - Soundtrack


Dirigido por Dominic Sena, 60 Segundos (Gone in 60 Seconds, 2000) é um filme de ação com Nicolas Cage, Delroy Lindo, Will Patton, Angelina Jolie e outros.


Na trama, Randall "Memphis" Raines (Nicolas Cage) um lendário ladrão de carros. Nenhuma fechadura ou alarme pode pará-lo e ele consegue roubar seu carro em apenas 60 segundos. Durante anos, Memphis iludiu a polícia local, aplicando todo tipo de golpe imaginável. Mas quando o cerco ficou muito intenso, ele decidiu por largar a vida de crimes e partir para uma vida completamente diferente. Mas agora, quando seu irmão caçula (Giovanni Ribisi) está tentando seguir seus passos no mundo do assalto a automóveis, Memphis volta a agir para tentar salvar a vida de seu irmão.


60 Segundos, além de ser um bom filme, conta com uma ótima trilha sonora, destaque para a música-tema tocada pela banda The Cult - Painted on my heart.



Fonte: AdoroCinema.