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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Dez dicas para escrever um roteiro de sucesso de Hollywood

Tony Gilroy é um dos roteiristas mais cotados de Hollywood, por causa de sucessos como Armageddon (1998) e O Advogado do Diabo (1997). Ele ganhou o Oscar de melhor roteiro original com Conduta de Risco, em 2007.


A BBC perguntou a ele qual é a chave para escrever e ser bem-sucedido no centro da indústria cinematográfica americana. Estes são seus dez conselhos:

1. Consuma cinema

Não acho que se aprenda muito com cursos ou livros. Quem vai ao cinema desde pequeno encheu a vida de narrativas. É algo que está na área mais profunda do ser.
Ir ao cinema, ter algo a dizer, ter imaginação e ter a ambição de fazê-lo é realmente tudo o que se precisa. O resto se aprende.

2. Invente histórias, mas que sejam reais

Escrever roteiros é um trabalho de imaginação. Nós, os roteiristas, inventamos histórias. Tudo o que tenho na vida é resultado de ter inventado muita coisa.

Mas há algo que se deve compreender bem e que faz a diferença: o comportamento humano.

A qualidade da história está diretamente relacionada com a compreensão do comportamento humano. É preciso se transformar em um jornalista para o filme que está tentando criar em sua mente. É preciso investigar, fazer reportagens... cada cena tem que ser real.

3. Comece com uma ideia modesta

As grandes ideias não funcionam. Comece com uma ideia pequena que possa ser expandida.

Com a saga dos filmes Bourne, eu nunca li os livros (uma trilogia de Robert Ludlum), preferi começar do zero.

A premissa simples do personagem Jason Bourne é: "eu não sei quem sou, nem de onde venho, mas talvez eu possa me definir através do que sei fazer".
Construímos todo um universo a partir desta pequena ideia. Isso começa modestamente e vai sendo construindo passo a passo. É assim que se escreve um filme para Hollywood.

4. Aprenda a conviver com a sua invenção

Meu pai era roteirista, mas não existe um "gene criativo e boêmio" na nossa família.

Aprendi a observar o quão duro ele precisava trabalhar, e compreendi o tempo que rege a vida de um escritor. É preciso escrever nos momentos de inspiração.

Se você vive com outras pessoas, elas aprendem a não se assustar ou se queixar destes ritmos criativos.

5. Escreva para a TV

É cada vez mais difícil fazer filmes bons. Mas nas produções de televisão, é possível encontrar a ambiguidade e os tons cinza de realidade. É aqui que as histórias podem se tornar interessantes.

Muitos roteiristas estão bastante entusiasmados com a televisão no momento, e é um negócio controlado por escritores. Quando os roteiristas estão no comando, sempre há coisas boas na televisão.

Eles são mais racionais, trabalham mais duro e são mais benévolos também.

Quando os escritores comandam o entretenimento, o negócio funciona. Talvez agora vejamos a TV se convertendo em uma utopia guiada pelos roteiristas.

6. Aprenda a escrever em qualquer lugar, a qualquer momento

Eu tenho um escritório na minha casa, mas já escrevi em milhares de quartos de hotel. É preciso escrever em toda a parte.

Se estou feliz com o que escrevo, não quero parar. Agora que sou mais velho e mais sábio, não me prendo ao fato de meus escritos estarem fluindo ou não. Telefono para casa, digo que não vou chegar para o jantar e sigo trabalhando.

Mais do que nada no mundo, eu desejo continuar tendo vontade de ir ao escritório, sem medo de trabalhar.

7. Consiga um emprego

Eu passei seis anos trabalhando em um bar enquanto tentava entender como escrever roteiros.

Se você quer escrever, se é jovem e ninguém o conhece, busque um trabalho que pague a maior quantia de dinheiro possível com a menor quantidade de horas possível, para que você tenha uma boa parte do dia para escrever.

Trate de viver em alguns lugares onde possa ter acesso a boas conexões culturais, onde possa ver muitos filmes e conhecer muitas pessoas. E trate de achar um lugar onde possa simplesmente escrever, escrever, escrever.

8. Viva a vida

Se você não tem nada para dizer e não viu nada mais do que um punhado de filmes, sobre o que você vai escrever? Só se pode contar aquilo que se conhece.

Busque se interessar por uma grande quantidade de coisas, temas e pessoas, e mantenha-se interessado. Meu conhecimento é muito amplo, ainda que incrivelmente superficial, porque não sinto falta de mais.

Costuma ser muito mais interessante uma história escrita por um jornalista, por um policial ou por um banqueiro do que algo vindo de alguém que estudou cinema por 20 anos.

Há exceções, é claro. Mas quase sempre é o caso de "se você não tem nada para dizer, para que está aqui"?

9. Não se mude para Los Angeles

Eu não acho que exista um motivo de peso para se morar em Los Angeles (centro da indústria cinematográfica americana).

Eu acredito que L.A. é um lugar muito ruim para alimentar a mente. Em Los Angeles, as pessoas passam grande parte do tempo dentro de carros e rodeadas de outras pessoas deprimentes.

Não acredito que Hollywood seja uma boa vizinhança para um escritor jovem, isso não vai lhe ajudar a sentir qualquer tipo de emoção.

10. Resista e siga em frente

Na minha carreira, já ocupei as duas posições do "Kama Sutra de Hollywood": tanto por cima como por baixo.

É importante aprender a lidar com as quedas e rejeições. Acho que um dos motivos pelo qual os roteiristas são tímidos é que estamos todos sempre suspeitando dos nossos processos, já que ele fracassa com frequência.

Não é nada diferente do que acontece com romancistas, compositores ou pintores. Quando o mundo externo te rejeita, a pessoa decide superar isso ou deixar-se vencer.

Mas acredito que os dias mais difíceis são aqueles em que nada acontece. Todos os que já tentaram escrever alguma vez sabem bem do que estou falando.

O bom é que não há nada que não se cure com um bom dia de trabalho.


Fonte: BBC Brasil

Livro - Box - Coleção Filhos do Éden (3 Livros)


Kit com os 3 livros da série Filhos do Éden, saga que mistura história, romance e mitologia. Com muita ação e fantasia, essa aventura conquistou os amantes de ficção fantástica. 

Filhos do Éden: Herdeiros de Atlântida
 (Vol. 1) (476 pág.): Em meio a uma guerra no céu entre o arcanjo Miguel e os exércitos rebeldes do arcanjo Gabriel, dois anjos são enviados à Terra para encontrar Kaira, líder dos rebeldes há anos desaparecida. Vivendo no plano físico, a brava jovem luta para recuperar sua memória. Para encontrá-la os anjos vão contar ainda com ajuda de Denyel, um querubim exilado, que trabalhara como assassino das legiões inimigas, mas que hoje, solitário e desonrado, procura ser incorporado às fileiras rebeldes. 

Filhos do Éden: Anjos da Morte
 (Vol. 2) (588 pág.): Isolados no paraíso, incapazes agora de enxergar o planeta, os malakins, anjos estudiosos e sábios que observam em silêncio o progresso do homem há muito tempo, solicitaram a ajuda dos "exilados", celestiais pacíficos, que atuavam na terra. Sua tarefa, a partir de então, seria participar das guerras humanas para anotar as façanhas militares, os movimentos de tropas, e depois relatá-los a seus superiores alados. Sob o disfarce de soldados comuns, esse grupo esteve presente desde as praias da Normandia aos campos de extermínio nazistas, das selvas da Indochina ao declínio da União Soviética. Embora muitos não desejassem matar, foi isso o que lhes foi ordenado, e o que infelizmente acabaram fazendo. 

Filhos do Éden: Paraíso Perdido
 (Vol.3) (560 pág.): Relegados ao paraíso, ordenados a servir, não a governar, os arcanjos invejaram a espécie humana, então Lúcifer, a Estrela da Manhã, convenceu seu irmão - Miguel, o Príncipe dos Anjos - a destruir cada homem e cada mulher no planeta. Os sentinelas se opuseram a eles, foram perseguidos, e seu líder, Metatron, arrastado à prisão, para de lá finalmente escapar, agora que o Apocalipse se anuncia. Dos calabouços celestes surgiu o boato de que, enlouquecido, ele traçara um plano secreto, descobrindo um jeito de retomar seu santuário perdido, tornando-se o único e soberano deus sobre o mundo. 

Imagens Meramente Ilustrativas
 


Disponível na submarino.com

Público médio de 'Star Wars' será de homens de 34 anos

Pesquisa feita a partir de dados da pré-venda encontrou o perfil dos compradores, formado majoritariamente por homens entre 18 e 49 anos


No dia 20 de outubro, o filme Star Wars: Episódio VII - O Despertar da Força quebrou o recorde de vendas antecipadas de ingressos em um único dia nos Estados Unidos ao superar em até oito vezes a marca anterior, de 2012, que pertencia a Jogos Vorazes. A partir dos dados dessa pré-venda, a empresa de marketing Movio Media descobriu que 70% dos compradores são formado por homens entre 18 e 49 anos. A média é de 34 anos de idade.

De acordo com a Movio, as pessoas que compraram os ingressos vão regularmente ao cinema, e assistem a filmes em grupos ao menos uma vez por mês. Em cada transação feita durante a pré-venda, por exemplo, foram adquiridos, em média, 2,3 entradas. Além disso, a maior parte do grupo analisado frequenta filmes de grande arrecadação, como Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros e Vingadores: Era de Ultron.


Fonte: Veja

O funil das grandes editoras

Por Alexandre Coslei



O Prêmio Jabuti, junto com outras renomadas premiações da literatura, deveria criar uma categoria hors concours, a exemplo do que existia nos desfiles de fantasias de luxo do Carnaval do Rio de Janeiro. Nomes como Chico Buarque, Cristovão Tezza, dentre outros medalhões, já estão consagrados e não precisam de mais espaço para divulgação. Ao se repetirem os mesmos nomes todos os anos, os maiores concursos de literatura acabam subtraindo a chance de outros bons autores, ainda desconhecidos, ganharem visibilidade.

Ouço colegas afirmarem que não existe mercado editorial no Brasil. Não concordo. Ele existe, apesar de precário e fundamentado em cima das vendas para setores do governo. Um negócio que fatura bilhões não deve ser classificado como inexistente. Também contamos com um público de leitores que, mesmo indicando uma proporção capenga diante da população do Brasil, é um universo expressivo. Volta e meia testemunhamos alguns autores se vangloriarem por terem vendido milhares de livros, além de conseguirem traduções e lançamentos no exterior. As bienais se transformaram em eventos para multidões.

Sim, temos leitores, porém, são mal direcionados. É como se as editoras alimentassem um monopólio de autores nacionais: aqueles que mais vendem, os que já conquistaram fama, são os eleitos para povoarem sozinhos todas as vitrines. Um erro trágico de estratégia. Ao concentrar o marketing, ao criar um funil publicitário, os grandes editores empobrecem seus catálogos e ensaiam um tiro pela culatra.

Por esses dias, numa novela da TV, uma atriz indicava o livro para o companheiro de cena. O livro era de um autor carioca que anuncia por aí ter vendido mais de 10 mil exemplares, com traduções no mundo todo. De repente, me toquei que não vemos propaganda de livros na TV e quando ela acontece já me disseram que se deve ao fato de ser livro de algum colaborador da emissora. Por que as editoras não investem nesse meio de divulgação? Por que as TVs abertas não democratizam o espaço para o merchandising literário e permitem que, pelo menos uma vez por semana, se divulgue um livro numa novela ou programa de boa audiência? Para concluir, por que aquele programa sobre literatura da TV a cabo não avalia de verdade as sugestões de pauta que são enviadas pelos telespectadores?


A força dos sonhos

Está na hora do mercado editorial e das megastores lembrarem que não trabalham somente com livros contábeis. Dedicar um pouquinho mais dos bilhões que faturam para incrementar a cultura não vai quebrar ninguém. Infelizmente, observamos que os maiores grupos editoriais incentivam os feudos literários, concentram-se em promover um pequeno grupo de nomes. É a lógica invertida de investir em poucos para ganhar muito, um critério que não considera compartilhar o investimento em propaganda entre o maior número possível de escritores. Preferem a gestão feudal do negócio.

Revezar o lugar em cena seria uma ação nobre para autores como Chico Buarque, Cristovão Tezza, Rubem Fonseca, Veríssimo e tantos outros que ainda não perceberam que podem contribuir para criar um número significativo de protagonistas na realidade da nossa literatura. Isso renderia bons frutos até para quem tomasse a inciativa de apadrinhar uma nova geração. Porém, nós entendemos a dificuldade de agir com generosidade e desapego. A fama é usurpadora, é faminta e quer sempre conquistar mais espaço ao invés de doá-lo aos desabrigados das letras.

O nosso panorama literário mostra-se como um espelho do país. De um lado temos os latifundiários dos livros, vendem na casa dos milhares, ocupam os pontos mais valorizados das redes de livrarias, faturam adiantamentos das editoras, são os mais requisitados nos congressos e ganham muita grana com os derivados da atividade cultural. Do outro lado temos os sem-terra da literatura, os favelados da arte que não encontram editoras que os publiquem, precisam pagar pela autopublicação, gastam dinheiro para se inscreverem em concursos e premiações, não conseguem nenhum espaço digno nas livrarias e não são convidados para participar das grandes festas literárias.

O Prêmio São Paulo de Literatura alega que ficou com posições abertas em 2015 porque não houve consenso sobre autores dignos da premiação. Sinceramente, soa como desaforo afirmar, diante do leque enorme de autores publicados em 2014, que o júri não conseguiu preencher as 30 vagas de finalistas. No entanto, Chico Buarque e Cristovão Tezza estão lá. Eles merecem, nem questionamos isso. Mas nesta altura da vida seria a solidariedade, não um prêmio, que justificaria a reputação que carregam. Como já alertava Sartre: o silêncio é reacionário.

Não que seja impossível romper a barreira que mantém distante o escritor anônimo da elite das letras. Não, não é impossível. É quase impossível. Caso me peça um conselho, eu lhe citarei as palavras sábias de um milionário: “Acredite na força dos seus sonhos. Deus é justo e não colocaria em seu coração um desejo impossível de ser realizado” (Paulo Coelho).

Você está rindo? Ótimo, então captou o espírito da prosa.

*** 

Alexandre Coslei é jornalista e escritor

domingo, 29 de novembro de 2015

Livro - Casa-Grande e Senzala


É o primeiro livro de Gilberto Freyre. Publicado em primeira edição no Rio de janeiro, em dezembro de 1933, teve enorme repercussão junto ao público. Abordagens inovadoras de vida familiar, dos costumes públicos e privados, das mentalidades e das inter-relações étnicas revelam um painel envolvente e deliciosamente instigante da formação brasileira no período colonial. Da arquitetura real e imaginária da casa-grande e dos fluxos e refluxos do cotidiano da família patriarcal, emergiram traços da convivência feita de intimidade e dominação entre senhores e escravos e entre brancos, pretos e índios que marcaram para sempre a sociedade brasileira. 

Setenta anos e muitas edições depois,
 Casa-Grande & Senzala continua repercutindo. Menos por sua consagração como uma das obras fundamentais do pensamento brasileiro e mais porque o livro, como queira o autor, mantém-se vivo e contemporâneo. Porque continua a seduzir os leitores. E a desafiá-los a uma jornada desbravadora pelas veredas da história nacional.

Disponível na americanas.com 

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Blu-Ray - De Volta para o Futuro: 30° Aniversário Trilogia + Disco de Bônus ( 4 Discos)


Junte-se a Marty McFly (Michael J. Fox), Doc Brown (Christopher Lloyd) e um DeLorean que viaja no tempo, na aventura de suas vidas, quando eles vão para o passado, o presente e o futuro, provocando uma reação em cadeia que rompe a continuidade de espaço e tempo! Dos cineastas Steven Spielberg, Robert Zemeckis e Bob Gate, esta inesquecível coleção contém os 3 filmes. De Volta Para o Futuro é uma incomparável trilogia que vence o teste do tempo. 

Imagens Meramente Ilustrativas.
Todas as Informações divulgadas são de responsabilidade do Fabricante/Fornecedor.
Informações Especiais: Requer Aparelho de Alta Definição Compatível com a Mídia Blu-Ray

Disponível no shoptime

Livro – O Alienista


Em O Alienista Machado de Assis faz crítica ao despotismo científico da época, exercido na pequena Itaguaí pelo Dr. Simão Bacamarte. 
Embora o questionamento dos limites da Razão e da Loucura esteja exposto em primeiro plano, outros temas emergem da leitura, como a crítica à importação de teorias deterministas e positivistas e à retórica banal que, mesmo produzindo expressões esvaziadas de significado, influencia o comportamento das pessoas, inspirando-lhes atitudes impensadas. 


Disponível na americanas.com 

Box DVD Rocky: Coleção Completa (6 DVDs)


Sylvester Stallone é o boxeador Rocky Balboa em um papel consagrado como uma daquelas coisas que acontecem uma vez na vida de um homem. Agora, o original vencedor do Oscar® de Melhor Filme (1976) e suas continuações igualmente marcantes e repletas de ação são apresentadas nesta imperdível coleção de Rocky, com a melhor qualidade de som e imagem já obtidas até esta data!

Rocky Balboa é um vencedor improvável. No início, ele era um boxeador de segunda categoria, de quem o próprio treinador já havia desistido. Mas isso muda quando ele tem a chance de encarar o campeão! Na saga que se segue, Rocky luta nos ringues contra os mais difíceis adversários e enfrenta problemas ainda mais difíceis fora dele. Com cenas de luta de tirar o fôlego e interpretações contundentes, estes cinco filmes contam a inspiradora história da jornada de um herói inesquecível.
 

Rocky - Um Lutador:
 Rocky é um lutador de uma academia da Filadélfia, que parece não estar chegando a lugar algum, mas por uma ironia do destino o campeão mundial escolheu ele para desafiar, a luta para Rocky é a chance de sua vida.

Rocky II - A Revanche:
 É o reencronto do século quando Rocky Balboa enfrenta Apollo nesta poderosa sequência de um dos mais aclamados sucesso de toda a história do cinema.

Rocky III - O Desafio Supremo:
 Rocky Balboa (Sylvester Stallone) faz sucesso e mora no coração de milhões de pessoas. A vida não poderia estar melhor.

Rocky IV:
 O confronto entre o ocidente e o oriente acontece quando Rocky enfrenta um terrível boxeador soviético, que literalmente matou seu último oponente.

Rocky V:
 Quando Rocky volta para casa ele descobre que todo seu dinheiro foi perdido por um consultor financeiro inescrupuloso, para piorar ainda mais as coisas ele descrobre que terá de abandonar os ringues devido a sequelas deixadas por anos e mais anos de luta.

Rocky Balboa:
 Desde que se aposentou, Rocky Balboa vive de contar a todos os clientes de seu restaurante Adrian´s as glórias do passado. Mas, de repente, ele vê sua pacata vida ameaçada pelo atual campeão dos pesos pesados (Antonio Tarver): após perder para Rocky em uma simulação computadorizada, ele decide desafiar o velho garanhão italiano para uma luta real! Rocky, que nunca virou as costas a um desafio, compromete-se a fazer o impensável: concorda em lutar o combate de sua vida e dá tudo de si para vencer mais esse último desafio.

Disponível no shoptime


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Livro – O Guarani


O clássico O Guarani, de José de Alencar é lançado em sua melhor forma; revisado e atualizado pelo novo acordo ortográfico, além da obra completa, com suplemento de leitura. 

Romance que inaugurou a ficção indianista e que, de imediato, se tornou grande sucesso pela acolhida do público leitor, O Guarani é um dos clássicos não só da estética romântica, mas também da literatura brasileira. Surgindo primeiramente em folhetins, foi tão forte a repercussão por ele alcançada nos meses de janeiro e abril de 1857 que obrigou o autor a transformá-lo depressa em volume.
 

O início da colonização do país, no século XVI, é apresentado na narrativa de forma idealizada e nobre, com a consequente aculturação do índio. A força das imagens e o amor sincero do índio Peri por Ceci, moça branca, filha de nobre português, fazem da obra uma leitura obrigatória para quem deseja conhecer a fundo nossas raízes culturais. O índio brasileiro, aqui idealizado em Peri, representa o homem americano que vive em perfeita comunhão com a natureza mas também demonstra todos os valores dos cavaleiros medievais, como ética, caráter, coragem, audácia e lealdade.

Disponível na americanas.com

FESTIVAL BRUCE LEE | 75 ANOS

 

O maior mito mundial das artes marciais retorna
em grande estilo aos cinemas nesta quinta, dia 26!

O Festival Bruce Lee | 75 Anos acontece de 26 de novembro a 2 de dezembro, simultaneamente em doze capitais brasileiras | COMPRAR INGRESSO!

Realizado pela Sato Company, em parceria com o Espaço de Cinema, o evento exibirá cópias remasterizadas e em alta resolução, num padrão de qualidade jamais visto nos filmes de Bruce Lee.


Nunca houve – nem haverá – um mito tão reverenciado e cultuado nas artes marciais que Bruce Lee. Ator, roteirista, diretor, coreógrafo e criador da revolucionária arte marcial Jeet Kune Do, Bruce Lee completaria 75 anos no próximo dia 27 de novembro.

Para comemorar a data, a Sato Company realiza o Festival Bruce Lee | 75 Anos, com a exibição, em cópias novas, remasterizadas e em suas versões originais (com áudio em cantonês), dos filmes mais importantes de Bruce Lee, onde ele atua verdadeiramente como protagonista. São eles: O Dragão Chinês, A Fúria do Dragão, O Voo do Dragão e Jogo da Morte.

O Festival acontece de 26 de novembro a 2 de dezembro em doze capitais brasileiras: Manaus, Natal, João Pessoa, Recife,  São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis. É a primeira vez no Brasil que os filmes de Bruce Lee serão exibidos sem cortes e em sua língua original e sua voz não será dublada em inglês.

Confira a programação completa em
FESTIVAL BRUCE LEE | 75 ANOS

Veja os cartazes de Capitão América: Guerra Civil





Fonte: AdoroCinema

Há quem acredite ter visto o Homem-Aranha no trailer de Capitão América: Guerra Civil


Depois de muita espera, o trailer de Capitão América: Guerra Civil foi divulgado na internet depois de ser apresentado em primeira mão por Chris Evans e Robert Downey Jr. no talk-show Jimmy Kimmel Live!, exibido no canal americano ABC, que pertence à Disney.

O longa-metragem, que estreia no Brasil no dia 28 de abril de 2016, marca a primeira aparição do jovem ator Tom Holland no papel do Homem-Aranha, depois do personagem ter sido encarnado nos cinemas por Tobey Maguire e Andrew Garfield.

No primeiro trailer de Guerra Civil, há espaço para uma brutal luta entre o Capitão América e Homem de Ferro e até para a primeira aparição oficial do Pantera Negra (Chadwick Boseman), mas onde está o Homem-Aranha?

Talvez por uma dúvida real ou por pura forçação de barra, começou a correr na internet um boato de que uma figura humana pixelada vestindo vermelho que aparece disforme por breves frames enquanto o Falcão (Anthony Mackie) voa pelos céus é ninguém mais, ninguém menos que Peter Parker. Veja a imagem abaixo e julgue você mesmo. Mesmo que seja realmente o Homem-Aranha no frame, a imagem não revela nada de relevante sobre o personagem.




Capitão América: Guerra Civil conta com a direção de Anthony e Joe Russo, cineastas responsáveis por Capitão América 2 - O Soldado Invernal e pelos ainda inéditos Vingadores 3: Guerra Infinita - Parte 1 e Vingadores 4: Guerra Infinita - Parte 2.


Leia a sinopse oficial: "Capitão América: Guerra Civil (Captain America: Civil War) começa onde Vingadores: Era de Ultron parou, com Steve Rogers liderando a nova equipe dos Vingadores em seus esforços contínuos para proteger a humanidade. Depois que outro incidente internacional envolvendo os Vingadores causa danos colaterais, o aumento da pressão política resulta na instalação de um sistema de responsabilidade e um conselho governamental para determinar quando solicitar os serviços da equipe. O novo status quo fragmenta a equipe enquanto eles tentam proteger o mundo de um novo e nefasto vilão."


Fonte: AdoroCinema

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terça-feira, 24 de novembro de 2015

"A MATA"

Se você nunca viu um roteiro cinematográfico, essa é a sua oportunidade.
Esse modelo de escrever cinema já existe há mais de 70 anos. Tudo o que você vê na telona é escrito basicamente desta maneira. Vale ressaltar que cada página de um roteiro equivale a aproximadamente um minuto de projeção na tela. Logo, um roteiro de 120 páginas equivale a um filme de 2 horas.
Abaixo, apresento meu último roteiro como exemplo:


Você acredita em maldição?
O médico Eduardo Ribeiro também não acreditava.
De casamento marcado para daqui a um ano, Eduardo vai a Corumbá, no Mato Grosso do Sul, visitar a família de sua bela noiva Marília. Chegando lá, conhece a misteriosa e sedutora Caroline.
Quando homens são mortos na cidade, Caroline afirma que eles estão sendo vítimas de uma maldição e que ela sabe como impedir os assassinatos. Sem muito acreditar, mas apaixonado pela moça, Eduardo decide ajudá-la. Só que o médico não sabe que está pondo em risco mais que o seu casamento com Marília.
2º longa de Fábio da Silva. Esse roteiro deu origem ao livro
 homônimo lançado pelas editoras AgBook e Clube de Autores.
Para ler o roteiro acesse o link: "A MATA"

Coleção DVD 007 Celebrando Cinco Décadas de Bond - Incluindo 007 Operação Skyfall (23 Discos)


Celebre os 50 anos de James Bond com o mais novo Box-set de colecionador, contendo todos os 23 filmes, inclusive Skyfall, pela primeira vez juntos em Blu-Ray. O agente secreto mais famoso do mundo agora no formato que garante a melhor experiência em termos de entretenimento doméstico. Esta completa coleção de Blu-Ray traz pela primeira vez perseguições explosivas, carrões, dispositivos brilhantes, vilões diabólicos, mulheres maravilhosas, todos juntos apresentados na mais alta qualidade de imagem e áudio.

Elenco: Sean Connery, Roger Moore, Pierce Brosnan, Timothy Dalton, Daniel Craig, George Lazenby. 

Duração: 

007 O Amanhã Nunca Morre: 119 Minutos
007 Contra Goldeneye: 129 Minutos
007 Marcado Para A Morte: 130 Minutos
007 Contra Octopussy: 130 Minutos
007 A Serviço Secreto De Sua Majestade: 142 Minutos
007 O Espião Que Me Amava: 125 Minutos
007 Na Mira Dos Assassinos: 131 Minutos
Com 007 Só Se Vive Duas Vezes: 116 Minutos
007 Os Diamantes São Eternos: 119 Minutos
007 Contra O Satânico Dr. No: 109 Minutos
Moscou Contra 007: 115 Minutos
007 Contra Goldfinger: 109 Minutos
007 Contra A Chantagem Atômica: 130 Minutos
007 Viva E Deixe Morrer: 122 Minutos
007 Contra O Homem Com A Pistola De Ouro: 125 Minutos
007 Contra O Foguete Da Morte: 121 Minutos
007 Permissão Para Matar: 133 Minutos
007 O Mundo Não É O Bastante: 128 Minutos
007 Um Novo Dia Para Morrer: 132 Minutos
007 Somente Para Seus Olhos: 128 Minutos
007 Quantum Of Solace: 106 Minutos
007 Cassino Royale: 144 Minutos
Skyfall: 143 Minutos

Imagens Meramente Ilustrativas.


Disponível na submarino.com

Blu-ray Star Wars: A Saga Completa (9 Discos)


Reviva os momentos inesquecíveis e divirta-se com a aventura espetacular de Star Wars a Saga Completa de uma forma que só é possível em Blu-ray!
Esta maravilhosa coleção reúne os seis episódios pela primeira vez em alta definição fantástica com o som digital mais puro da galáxia. Com mais de 40 horas de bônus interessantíssimos, incluindo conteúdo inédito criado exclusivamente para este lançamento, você viajará as profundezas do universo de Star Wars de uma forma nunca antes possível. Sinta a Força de Star Wars: A Saga Completa 

Imagens Meramente Ilustrativas.
Todas as informações divulgadas são de responsabilidade do Fabricante/Fornecedor.
Informações Especiais: Requer aparelho de alta definição compatível com a mídia Blu-ray.


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