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domingo, 30 de julho de 2017

'Dunkirk' bate 'Emoji: O Filme' nas bilheterias de cinemas dos EUA


Expectativa era de empate, mas novo filme de Christopher Nolan se manteve no topo pelo 2º fim de semana seguido e superou animação.

Uma batalha improvável ocorreu nas bilheterias dos cinemas dos Estados Unidos neste fim de semana envolvendo os longas "Emoji: O Filme" e "Dunkirk".

Na manhã de sábado (29), a animação e o épico de guerra pareciam finalizar com um empate. Mas neste domingo (30), a poeira baixou e, ao que parece, "Dunkirk" encerrará mais um fim de semana em primeiro lugar.

O filme mais recente de Christopher Nolan superou os demais concorrentes no fim de semana ao arrecadar mais de US$ 50 milhões (R$ 157 milhões), mostrando que o diretor, junto com a crítica positiva, ainda tem um forte apelo, mesmo para um filme sem o poder de uma estrela e sendo mais um sobre a 2ª Guerra Mundial.


Essa é a primeira vez que um filme segue em primeiro colocado por dois finais de semana consecutivos desde "Mulher-Maravilha", no início de junho.

Com isso, "Emoji: O Filme" ficou em segundo lugar com US$ 25,7 milhões (R$ 80,5 milhões). A animação não foi bem-recebida pela crítica, e o público parece seguir na mesma direção.

Isso deixa o outro grande lançamento desta semana, "Atômica", um pouco distante. Os estúdios Focus Features e Sierra/Affinity esperam uma estreia digna, mas um pouco abaixo das expectativas para o longa estrelado por Charlize Theron com US$ 18,5 milhões (R$ 58 milhões).

No início da semana, "Atômica" esperava arrecadar US$ 20 milhões, mas o resultado final de fim de semana de estreia ainda é sólido, considerando o orçamento de US$ 30 milhões. É também um dos maiores lançamentos da Focus depois de "Sobrenatural: A Origem" (US$ 22,7 milhões); "Invasão a Londres" (US$ 21,6 milhões); e "Queime Depois de Ler" (US$ 19,1 milhões).

Já "Mulher-Maravilha" continua apresentado uma trajetória fenomenal e atualmente está atingindo a marca dos US$ 400 milhões no mercado interno norte-americano desde sua estreia.

Fonte: G1

Veja como será a CNH digital, que estreia em fevereiro de 2018 e poderá ser acessada pelo celular


Documento será visualizado por aplicativo e terá valor jurídico
O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) aprovou na última terça (25) a criação da Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e). A versão digital terá o mesmo valor jurídico da atual, feita em papel, e estará disponível a partir de fevereiro de 2018, podendo ser acessada por meio de aplicativo nos smartphones.
O modelo será disponibilizado para os celulares dos motoristas e a certificação será válida tanto por certificado digital como por QRCode, os códigos de barra que podem ser escaneados instantaneamente. Com isso, os agentes de trânsito ainda poderão acessar o histórico daquele motorista através de um aplicativo, que está em fase de testes.
Os motoristas também terão acesso à versão em papel do documento e, aqueles que desejarem, poderão ter a versão digital que será acessada através de uma senha pessoal.
CNH de papel coexistirá com versão digital, e deixará de ter porte obrigatório
Para solicitar a CNH-e, o motorista precisará fazer um cadastro no Portal de Serviço do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) e confirmar seu email com a utilização de um certificado digital. O cadastro deve ser feito por meio de equipamento que permita esse tipo de certificação ou em um posto do Detran.
O cadastro será ativado quando o usuário receber um link no email para fazer o login usando um aparelho celular. Após isso, será criada uma senha de segurança (PIN) para armazenar os dados e esta senha será usada em todos os acessos da CNH-e.

Fonte: R7

Saiba por que nunca é cedo para pensar na aposentadoria


Invista seu FGTS no futuro e viva a melhor idade com tranquilidade
Quanto antes investir em aposentadoria, mas tempo terá para desfrutar a tão sonhada independência financeira
Se você está entre os milhões de brasileiros que sacaram o saldo de contas inativas do FGTS, lembre-se de que nunca é cedo para pensar na aposentadoria e sempre vale a pena investir no futuro. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), Reinaldo Domingos, é válido começar a poupar para a aposentadoria em qualquer idade, mas quanto antes fizer o investimento, mais tempo terá para desfrutar a tão sonhada independência financeira:
— Algo que muitos pais fazem é investir para o futuro dos filhos desde a infância; até mesmo uma criança pode ter uma previdência privada.
Mas por que optar por um sistema privado? Segundo o especialista em Finanças Pessoais e Previdenciárias, Renato Follador, a diferença entre previdência social e privada está nos juros.
— Do total do patrimônio acumulado na previdência privada depois de 35 anos de contribuição, 5% vieram de incentivo tributário, 26% da contribuição mensal que sai do nosso bolso e incríveis 69% dos juros. Quem decide fazer um plano aos 25 anos para se aposentar com R$ 3 mil aos 65 anos precisa contribuir com R$ 275 mensais. Já quem começa a contribuir aos 35 anos para a mesma aposentadoria na mesma idade, vai precisar de R$ 550 mensais, ou seja, o dobro. Portanto, quanto antes começar melhor. Quando me perguntam com que idade, respondo: quando nasce.
A reforma na Previdência é inevitável, portanto, segundo Reinaldo Domingos, investir no futuro deve ser uma preocupação de todos.
— A aposentadoria pela Previdência Social é um importante direito do trabalhador brasileiro, porém não é o suficiente para manter o padrão de vida. Atualmente, mais de um terço dos aposentados continuam trabalhando, sendo que para a maioria o benefício não é suficiente para pagar as contas, de acordo com recente pesquisa da SPC Brasil.
O consultor Renato Follador garante que o investimento na previdência privada cabe em qualquer bolso:
— Hoje, é possível investir em previdência privada a partir de R$ 50 por mês. O preço de um jantar, balada ou comprinha. Ao combinar o valor baixo com o tempo longo de aplicação, teremos uma ótima poupança previdenciária na hora que não pudermos ou não quisermos mais trabalhar.
Ele alerta sobre o risco de deixar o FGTS parado e reforça a diferença entre poupar e investir:
—  O pior lugar para deixar dinheiro do FGTS é no FGTS. Quem tem direito ao saque deve fazê-lo imediatamente. Poupar é não gastar e investir é aplicar no mercado o que não se gastou. Não basta poupar. Imagine se o dinheiro que sobrasse fosse deixado no guarda-roupa por 10 anos. Quanta perda você teria só por causa da inflação que corrói o poder aquisitivo da moeda.
Quando o assunto é aposentadoria, o presidente da Abefin costuma recomendar fundos conservadores.
— Por se tratar de um objetivo de longo prazo (a ser conquistado após 10 anos) ou médio prazo (entre um e 10 anos), o ideal é colocar em investimentos adequados para o período, como Previdência Privada ou Títulos do Tesouro Direto. No primeiro caso, o investimento mínimo costuma partir de R$ 100 mensais e no segundo caso, a partir de R$ 40 em média, já que o investidor pode comprar frações de um título. Além de Previdência Privada e dos Títulos do Tesouro Direto, também são válidos CDB, LCI e LCA.
Curto, médio ou longo prazo?
Para o consultor Renato Follador, é essencial pensar se você deseja fazer um investimento para curto, médio ou longo prazo. Um planejamento equivocado pode comprometer o lucro:
— Curto prazo é de até dois anos e devemos investir dinheiro de que necessitamos liquidez, ou seja, do qual podemos precisar a qualquer hora. Para uma emergência, como ficar desempregado, para atender a um impulso, como comprar um eletrônico, evitando que o financiemos a juros absurdos. Fundos DI ou LFTs são o destino desse dinheiro. Já o médio prazo é entre dois e sete anos. Seria o dinheiro para comprar uma casa, um carro novo, uma viagem ao exterior e o destino deve ser NTN-Bs, CDBs de bancos sólidos, Fundos de Investimento Imobiliário e Fundos Multimercado. Já longo prazo, significa mais de sete anos. É um dinheiro que não vamos precisar, nem podemos mexer, em nenhuma situação além daquela para a que foi canalizado, como uma previdência privada para a aposentadoria. E ela deve ter investimentos em fundos de ações.

Fonte: R7

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Ideias sobre como conversar com seu filho pequeno para 'construir' seu cérebro




Como o acesso à linguagem afeta o desenvolvimento e o aprendizado de bebês e crianças pequenas?
A cirurgiã pediátrica americana Dana Suskind passou a investigar a fundo essa questão ao operar bebês com problemas auditivos.
Ela percebeu que, entre os bebês que recebiam implantes cocleares (implantes para casos de surdez profunda), os que melhor desenvolviam a habilidade de se comunicar eram os que moravam em lares onde havia mais diálogo, mais interação e mais variedade de vocabulário.
Suas percepções foram reforçadas por um estudo de 1995 que havia identificado que crianças com menos acesso à linguagem (muitas delas em situações de pobreza) chegavam a ouvir 30 milhões a menos de palavras acumuladas até os quatro anos de idade em comparação a outras em situação mais favorável - e essas últimas se mostravam mais preparadas ao entrar na escola, tinham vocabulário mais rico, mais fluência na leitura e, por consequência, conseguiam notas mais altas.
Como uma grande parte do crescimento do cérebro é concluída justamente aos quatro anos, "as crianças que largavam na frente (em termos de linguagem) continuavam à frente; as que começavam com defasagens ficavam para trás", apontou o estudo.

Para diminuir essas disparidades de linguagem em crianças de famílias carentes, Suskind criou em Chicago, nos Estados Unidos, a Iniciativa Trinta Milhões de Palavras, programa que, desde a maternidade e nas visitas pediátricas, ensina pais e mães a respeito da importância de conversar e interagir com os bebês desde seu primeiro dia de vida, para estimular a construção de novas conexões neurais no pequeno cérebro que se forma.
"Temos aprendido que os cérebros podem ser construídos - ele se alimenta de linguagem e de um ambiente enriquecedor provido pelos adultos nos primeiros anos de vida", explica Suskind à BBC Brasil.
"Mesmo que o bebê não entenda o que está sendo falado, a linguagem estará formando a arquitetura do cérebro para o pensamento e a aprendizagem. Pais e cuidadores são a força mais poderosa em construir o cérebro das crianças e prepará-las para a escola", acrescenta.

Uma das sugestões da especialista é sintonizar-se com o que seu filho está fazendo e aproveitar isso para conversar
O programa agora tem sido expandido para outras áreas dos Estados Unidos, e Suskind - que também é professora da Universidade de Chicago - escreveu um livro com base na experiência: Thirty Million Words - Building a Child's Brain (Trinta milhões de palavras - construindo o cérebro infantil, em tradução livre).

Em entrevista à BBC Brasil, ela ensina ideias sobre como usar a linguagem de forma produtiva para estimular o cérebro infantil.

1. Ter seu filho como um 'parceiro de conversas'
Uma das primeiras lições do Trinta Milhões de Palavras é algo já intuitivo para os pais: reagir aos sons, olhares e gestos do bebê desde o nascimento, de forma natural e integrada ao cotidiano.
"Se você estiver trocando a fralda dele ou pegando um ônibus, explique isso ao bebê. É uma oportunidade de enriquecer o vocabulário dele e de mostrar a relação entre um determinado som e o ato a que ele pertence."
Suskind cita pesquisas que mostram que ir além da conversa básica - "vem cá", "coloque seus sapatos", "coma sua comida" - é um ponto crucial para desenvolver a linguagem das crianças.
É o que ela chama de "conversa extra", ou seja, dialogar com a criança e o ambiente ao seu redor e estimular as conversas: "que árvore grande!"; "quem é o menino que está com a fralda suja?"; "qual é o gosto dessa comida?"; "o que você acha que aconteceu com o personagem daquele livro?"
"A quantidade (de palavras) é apenas uma parte da equação. A qualidade da conversa é tão ou mais importante - a riqueza do vocabulário, as idas e vindas da conversa, a forma como você fala", enumera ela à BBC Brasil.
"É importante enxergar o seu bebê como um parceiro de conversas desde seu primeiro dia de vida", completa.

2. Ajudar a desenvolver habilidades matemáticas
Pais podem ajudar a desenvolver o senso espacial dos filhos e suas habilidades matemáticas simplesmente ao falarem a respeito disso.
"Se você usar conceitos matemáticos e espaciais - ao, por exemplo, contar os dedos dos pés e mãos, comparar o tamanho de um triângulo, usar palavras que se refiram aos diferentes formatos dos objetos - ajudará a preparar as crianças para aprender matemática", explica Suskind.

Um estudo da Universidade de Chicago pediu a crianças de quatro anos que pegassem cartões com pontos desenhados neles de forma a corresponder a um número (por exemplo: ao ouvir o número cinco, pegar o cartão com cinco pontos desenhados). E descobriu que as crianças que haviam sido expostas a mais vocabulário matemático e a noções espaciais conseguiram fazer mais correspondências corretas.
Além disso, argumenta Suskind, é justamente nas "conversas matemáticas" que uma importante disparidade de gênero ocorre.
"Um estudo com mães de classe média e alta mostrou que filhas de até dois anos ouviam a metade das conversas matemáticas do que os filhos", escreve a cirurgiã. "Isso pode afastar as meninas de campos que podem interessá-las. (...) Meninas que escutam que a matemática 'não é seu forte' muitas vezes não vão bem em matemática."

3. Falar positivamente, mas elogiar mais o esforço do que a criança
Segundo Suskind, crianças em famílias carentes chegam a ouvir mais do dobro de comentários negativos - "você está sendo malcriado"; "você está errado" - por hora do que crianças em famílias em melhor situação socioeconômica.
Também ouvem menos elogios. E, como essas crianças já tendem a escutar menos palavras em geral, essas expressões negativas acabam tendo um peso maior no desenvolvimento cognitivo delas.
"Como será escutar, repetidamente, que você nunca faz nada certo? É um ambiente infantil difícil de ser superado", diz Suskind.
"É grande a diferença entre palavras de proibição ('não faça isso', 'pare') e de encorajamento ("muito bem'). Causa estresse no cérebro ouvi-las repetidamente. É importante tentar mudar ordens para uma conversa mais produtiva."
Mas se a linguagem negativa e proibitiva pode ser uma barreira ao desenvolvimento e ao aprendizado, será que a resposta é elogiar sempre - e dizer constantemente que seu filho é incrível e inteligente?
"Não", explica Suskind.
Em seu livro, a médica cita pesquisas mostrando que esse tipo de elogio pode, em vez de fortalecer futuros adultos, apenas deixá-los passivos e dependentes da opinião alheia.
"O que buscamos não são os olhos (das crianças) voltados para si, felizes de autossatisfação, mas sim crianças que vejam uma tarefa e, independentemente de quão desafiadora ela seja, consigam quase imediatamente pensar em como ela pode ser cumprida", diz a autora.
"É o que os pais desejam: adultos estáveis, construtivos, motivados", acrescenta.
O caminho para isso, segundo os estudos analisados por Suskind, é reconhecer e elogiar não só a criança, mas o esforço e o empenho dela em suas atividades diárias.
Ou seja, em vez de apenas dizer "você é muito esperta" a uma menina que completou um quebra-cabeça difícil, vá além: "vi que você se esforçou para terminar, e conseguiu. Muito bem!"
Suskind sugere buscar no dia a dia momentos em que a criança tenha se destacado.
"A criança ainda está aprendendo o que é se comportar bem. Apontar esses momentos a ela reforça a ideia de o que isso significa", explica.
  
4. Estimular a autonomia, em vez de apenas a obediência
Suskind cita duas frases que podem ser ditas a uma criança em um mesmo contexto:
"Agora guarde seus brinquedos."
"O que devemos fazer com os brinquedos depois que terminamos de brincar?"
"A primeira frase é uma ordem que deve ser cumprida, sem ser questionada. A segunda frase, no entanto, apoia a autonomia da criança. (...) Bebês de um ano cujas mães calmamente sugerem, em vez de ordenarem, regras de comportamento ganharam, aos quatro anos, mais funções executivas e autorregulação" - que são nossa capacidade de nos mantermos centrados diante de um problema, em vez de reagir de forma explosiva e violenta.
"Pais que usam a pressão e a autoridade para restringir o comportamento do filho podem obter a obediência no curto prazo, mas, no longo, estão criando condições para baixa autorregulação (da criança), produzindo adultos que podem ter sérios problemas de autocontrole", diz a médica.
Além disso, ordens diretas e curtas como "sente", "fique quieto" e "não faça isso" são, segundo Suskind, "o método menos eficiente de construir conexões cerebrais, porque exigem nenhuma ou pouca resposta de linguagem".
Talvez seja mais eficiente, em vez de dizer apenas "coloque seus sapatos", explicar o que está por trás do pedido e a relação entre causa e efeito das coisas: "É hora de ir à escola, então é bom colocar os sapatos para manter os pés secos e quentinhos. Por favor, vá buscá-los".

5. Sintonizar-se com a criança - e entregar-se à "vozinha de bebê"
Suskind recomenda prestar atenção ao que está despertando o interesse da criança - uma brincadeira, um objeto - e transformar isso em tema de conversa.
Mais um exemplo: O pai ou a mãe, com as melhores das intenções, senta no chão ao lado da criança com um livro infantil nas mãos. Mas a criança não presta atenção e continua a brincar com seu brinquedo, esnobando o adulto.

Que tal então, em vez de impor a leitura do livro, entrar na brincadeira da criança e conversar a respeito dela?
"Os pais aprendem a tomar consciência do que o que os filhos estão fazendo e se tornam parte disso, ajudando a desenvolver a habilidade praticada na brincadeira e, por meio da interação verbal, o cérebro infantil", escreve a médica.
Entrar em sintonia também envolve, segundo ela, aproveitar todas as oportunidades para ler e cantar com a criança - ou mesmo falar com aquela voz infantilizada que muitos de nós usamos com bebês.
"Aquela voz em tom cantado é um rico nutriente para o cérebro do bebê, porque ajuda-o a entender os sons das palavras", explica Suskind.
Aqui, mais um alerta: um jeito fácil de perder essa sintonia com crianças e bebês é deixar-se distrair pelo celular durante a brincadeira.
"Smartphones estão tomando o lugar da interação pessoal com os bebês e as crianças", critica a médica.
"Só quando a criança é o foco principal dos pais que ocorrerá a atenção necessária para o desenvolvimento cerebral ideal", conclui


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Site ajuda a encontrar livros difíceis, esgotados


Se você é apaixonado por livros
E nem sempre encontra os que procura, um site brasileiro poderá te ajudar.
O Livros Difíceis se propõe a encontrar até aqueles esgotados, fora de catálogo.
O site da editora ajudou a muitos leitores, no site há diversos depoimentos.


A entrega
"Encontraram em 7 dias, mas recebi 30 dias após ter feito o pedido. Acho que o trâmite desde a descoberta do livro, passando pela negociação com o proprietário, até chegar nas mãos do cliente, não é muito convencional, pois eles buscam livros até mesmo em bibliotecas particulares, e o preço é o que o proprietário pede", contou.

O preço
Como o serviço para localizar faz parte do preço final, os livros saem bem mais caros.


A "editora Livros Difíceis fez o "milagre" de encontrar para mim um livro superimportante para o trabalho que estou desenvolvendo no momento".

O site da editora também oferece serviço para organizar sua biblioteca.

Serviço

Sobre a busca por livros difíceis, raros ou esgotados

Gostei de um livro na Biblioteca Eletrônica. Como comprá-lo?
1) Você precisa estar cadastrado e logado em nosso site para efetuar sua compra. No lado esquerdo da tela, preencha o campo nome ou telefone e sua senha e autentique-se no site;
2) Já logado, clique em “Comprar”. O livro será automaticamente adicionado à sua cesta de compras. Você poderá continuar navegando pelo site para procurar por outros itens ou concluir a compra clicando no botão “Finalizar compra”, próximo ao campo de busca;
3) Para finalizar sua compra, digite o CEP do local de entrega de seu produto, calcule o valor e clique para que o envio do pedido seja feito. Em seguida você receberá por e-mail a nossa resposta e em breve terá seu pedido em mãos!

Quais são as condições de pagamento?
Os pagamentos devem ser efetuados via depósito bancário.

Quanto custa a busca por um livro difícil?
O serviço de encontrar o livro para você não custa nada. Uma vez encontrada a publicação, o cliente fica livre para comprá-la ou não, de acordo com o preço fornecido pelo dono do livro.
Salvo raríssimas exceções, em geral os livros não ficam em nosso estoque. Eles são buscados de acordo com a sua solicitação.

Quanto tempo leva entre o pedido do livro e a entrega?
Uma vez encontrado o livro, em média 15 dias úteis.

Quero encomendar um livro difícil. Como faço?
Para solicitar que nossa equipe fareje pela publicação desejada é necessário que você esteja cadastrado e logado no site.


segunda-feira, 24 de julho de 2017

Comic-Con 2017: Novo trailer de Liga da Justiça sugere retorno de Superman

E mostra o temido vilão Steppenwolf!
Esqueçam os rumores sobre a saída de Ben Affleck do papel de Batman! O Homem-Morcego continua no Universo Estendido da DC e volta a marcar presença no novo trailer de Liga da Justiça, divulgado neste sábado (22) no painel da Warner na Comic-Con 2017.
Preparem-se para mais ação e humor com Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Batman, Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller), Ciborgue (Ray Fisher) e, quem diria, Alfred (Jeremy Irons). O vídeo ainda mostra Temiscira sendo atacado pelo vilão Steppenwolf, além da ameaça dos misteriosos parademônios.

Agora a pergunta que não quer calar é: quem é a pessoa misteriosa falando com Alfred no final do trailer? Será o Superman (Henry Cavill)?
Confiram a sinopse:
Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes - Batman, Mulher-Maraviha, Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) -, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.
Com direção de Zack Snyder e pós-produção de Joss Whedon, Liga da Justiça chegará aos cinemas no dia 16 de novembro.

The Batman | Matt Reeves garante que filme será dirigido do seu jeito

Roteiro escrito por Ben Affleck e Geoff Johns não será utilizado.


Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: O Confronto”), diretor que substituiu Ben Affleck (“A Lei da Noite”) no comando de The Batman”, revelou estar bastante animado para começar a trabalhar no projeto depois que lançar Planeta dos Macacos: A Guerra”.
Durante uma entrevista ao site Uproxx, o cineasta garantiu que fará o longa sem interferências do estúdio e que terá liberdade para contar a história do homem-morcego da maneira que deseja.
“Quando eu entrei, eu disse: ‘Antes de tudo, vocês estão me perguntando se eu estou interessado nessa franquia. Eu estou. Eu amo essa franquia. Eu amo desde criança. Mas aqui está a maneira pela qual estou interessado nisso’. E a boa notícia foi, eles disseram: ‘Sim, estamos realmente interessados ​​nesse jeito’”.
O diretor ainda explicou que só faz filmes nesta condição por um motivo simples: não se arrepender depois.
“Você gasta muito do seu tempo colocando-se em algo, e se acabar não funcionando é um pesadelo, certo? Eu posso falhar por qualquer pequena razão por minha causa. Eu não quero falhar por causa de algo em que, em primeiro lugar, não acredito”.
Vale lembrar que Reeves confirmou recentemente que o roteiro escrito por Affleck em parceria com Geoff Johns (presidente de produção da DC) não mais seria levado em consideração e que o próprio diretor já está trabalhando em uma nova história partida do zero. Affleck passa então a acumular os papéis de protagonista e produtor do longa.
Enquanto “The Batman” segue sem data para chegar aos cinemas, podendo estrear entre 2018 e 2019, Affleck reprisará seu papel como o homem-morcego em “Liga da Justiça”, com lançamento previsto para 16 de novembro deste ano.

sábado, 22 de julho de 2017

Você conhece o BLW ou Baby Led Weaning?

O método que estimula a criança pode ser muito benéfico para seu desenvolvimento motor


por NAYANI REAL

Você conhece o BLW? Baby Led Weaning é a sigla comumente traduzida para “desmame guiado pelo bebê”. Apesar das dúvidas, o método conquistou muitas mamães por aí por ser benéfico à criança.

Como funciona

Basicamente, a introdução alimentar gradual se dá a partir da seleção de alimentos que atendam todas as categorias nutricionais necessárias do pequeno. Cabe aos pais escolherem o que será ofertado ao bebê. Sentado no cadeirão, a criança deve ter autonomia para escolher as opções à sua frente. A dica é guiar-se pelo tamanho da mãozinha da criança: o alimento deve caber em sua palma.

Não se descuide: apesar de dar-lhe a opção de escolha, o bebê precisa estar sempre sob vigilância.

Qual a hora certa?

Segundo a nutricionista Fernanda Braga, com aproximadamente 6 meses, a criança está pronta para receber alimentos complementares, mas é necessário observar alguns critérios que definem a possibilidade de introdução do método. Antes de mais nada, a criança deve ser capaz de se sentar sozinha. Além disso, observe: ela leva objetos à boca com precisão? Imita movimento de mastigação e demonstra interesse pelas refeições dos adultos, tentando pegá-las?

Se as respostas forem positivas, está liberado. Caso contrário, a falta de controle sobre o alimento indica que a criança pode até engasgar. “Se os pais derem a comida para o pequeno, o método deixa de ser o BLW. Caso a criança ainda não sente, a família pode optar por esperar ou iniciar outro método”, explica Fernanda.

Baby Led Weaning: do leite às comidas sólidas

A dieta até um ano de idade tem no leite a principal fonte de nutrientes. “Não tem problema se o bebê não comer logo de cara porque o método é antes uma exploração sensorial do que a base alimentar”, comenta a profissional.

No método tradicional a mãe determina o quanto o bebê come pois a oferta parte dela – e nem sempre ele está com fome, o que pode frustrá-la. Com o BLW ele aprende a regular sua fome e saciedade, o que pode gerar uma consciência útil quando ele crescer.

“Essa história de raspar o prato é furada: come quando tiver fome e apenas o necessário para saciá-la. É preciso ter paciência e saber que nem todos os pequeninos vão comer o que lhes é oferecido. Ao mesmo tempo, alguns pegam a comida e levam direto à boca”, arremata a nutricionista.

Quais são os benefícios do BLW?

A liberdade frente a própria alimentação e os estímulos sensoriais consequentes levam o pequeno a ter contato com cores, texturas, formas, sabores e aromas – o que pode, inclusive, encorajar a provar novos alimentos a longo prazo.

Além disso, o desenvolvimento motor é estimulado, auxiliando a criança a fortalecer as coordenações visuais, habilidades oro-faciais (que têm a ver com a mastigação) e a percepção espacial. “Meu filho, por exemplo, com um ano já comia sozinho com garfo”, conta Fernanda.

Os sentimentos de inclusão e pertencimento são assimilados por meio das refeições em família e podem estreitar os laços. Entre as desvantagens, a nutricionista cita apenas a sujeira. Mas que mal tem, não é mesmo? Criança tem que se sujar e descobrir!

Fonte: Blog Tricae

terça-feira, 18 de julho de 2017

5 razões para não deixar o bebê no Andador


Apesar de aparentemente inofensivo os andadores para bebês são desaconselhados e desnecessários porque eles podem atrasar o desenvolvimento motor normal da criança, fazendo-a até mesmo andar mais tarde, prejudicando também o seu desenvolvimento intelectual.
Além disso, o andador para bebês permite que a criança atinja uma maior velocidade, não dando tempo aos pais para reagir, aumentando o risco de acidentes como quedas que podem ser graves, provocando fraturas e até mesmo um traumatismo craniano. 

O andador para bebês pode ser prejudicial para o desenvolvimento do bebê por quê:

1. Faz o bebê andar mais tarde

A criança deve passar por todas as fases do desenvolvimento motor até aprender a andar sozinha e colocá-la no andador antes dela ser capaz de ficar de pé sozinha, mas com apoio, pode fazê-la andar até 1 mês mais tarde que o esperado.

2. Pode prejudicar as articulações do bebê

Colocar uma criança que ainda não consegue ficar de pé sozinha, mesmo que com apoio, num andador pode levar a lesões nas articulações dos membros inferiores, pois os músculos das pernas não estão devidamente fortalecidos e por isso as articulações podem ficar mais 'frouxas', havendo risco de lesões.

3. Forma de pisar errada

O bebê no andador adota uma postura incorreta, podendo provocar no futuro, má postura, problemas na coluna ou até ao andar. Além disso, quanto mais o bebê fica no andador, menos ele engatinha e este exercício de engatinhar e de levantar e sentar de forma constante é essencial para desenvolver a força nos músculos das pernas para que ele consiga andar sozinho.

4. O bebê pode se machucar

O bebê que utiliza o andador tem um maior risco de cair por tropeçar no tapete, nas cadeiras e nos próprios brinquedos espalhados pelo chão e ainda tem um grande risco de cair das escadas porque o andador atinge uma maior velocidade, dificultando que os pais alcancem o andador a tempo de o parar. Assim o bebê cai e corre o risco de ter até mesmo um traumatismo craniano.
Por estas razões, o andador infantil não é recomendado, sendo que ele só é indicado para crianças com problemas neurológicos, mas mesmo assim, um ortopedista ou fisioterapeuta deverão indicar o equipamento mais adequado para a altura e o peso da criança.

5. Atrasa o desenvolvimento intelectual

O bebê que fica preso no andador não consegue explorar tanto o ambiente à sua volta como as que estão livres no chão. Assim, o bebê tem menos oportunidade de se interessar pelos brinquedos à sua volta porque não consegue pegar nada do chão, por exemplo.

Como ajudar o bebê a andar mais rápido



Geralmente, o bebê começa a dar os primeiros passos a partir dos 9 meses e já consegue andar por volta dos 15 meses, porém para acelerar este processo os pais podem utilizar algumas estratégias como:
  • Deixar o bebê andar descalço;
  • Caminhar com o bebê, segurando-o pelas mãos;
  • Chamar pelo bebê a alguns metros dele para o incentivar a andar;
  • Chamar pelo bebê a alguns metros dele para vir pegar no seu brinquedo favorito.
Durante todo este processo, é importante os pais transmitirem calma e segurança ao bebê e deixá-lo explorar o espaço para ele se sentir seguro e confiante e conseguir andar. Veja também: 5 brincadeiras para ajudar o bebê a andar mais rápido.
Veja também como estimular o ritmo e o equilíbrio no bebê em: Como desenvolver o sentido de ritmo e equilíbrio nos bebês.

Fonte: Tua Saúde 

Leonardo DiCaprio e Martin Scorsese farão novo filme juntos

Filme será sobre os assassinatos de Osage e grande investigação do FBI.


Segundo a VarietyLeonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Martin Scorsese (“Silencio”) estariam mais uma vez se juntando para fazer um novo filme, que será o próximo projeto de Scorsese depois de “The Irishman”.
Os dois estão trabalhando na adaptação de “Killers of the Flower Moon: The Osage Murders and the Birth of the FBI”. O designer de produção de Scorsese, Dante Ferranti, afirmou que o diretor estaria planejando filmar já na primavera do ano que vem. O filme é baseado no livro homônimo de David Grann, que também escreveu “A Cidade Perdida de Z”, outro livro que foi adaptado para os cinemas.
A história se passa em 1920 e acompanha os inúmeros assassinatos sofridos pelos membros da nação Osage, em Oklahoma, depois que óleo foi descoberto embaixo de suas terras. A série de assassinatos foi uma das primeiras grandes investigações de homicídio do FBI. DiCaprio e Scorsese já estavam de olho no projeto há algum tempo e agora o estão desenvolvendo junto com a Imperative Entertainment, que adquiriu os diretos de adaptação da obra por $5 milhões.
O projeto ainda não possui data de estreia.

7 fatos sobre a reforma trabalhista

Nos debates em torno da proposta no Congresso, nem sempre os parlamentares usaram dados de forma correta
Texto publicado originalmente pela Agência Pública.
Durante as discussões da reforma trabalhista proposta pelo governo Michel Temer (PMDB), deputados e senadores da base aliada e da oposição dispararam uma série de dados para apoiar ou criticar o projeto. Nem sempre as informações estavam corretas. Ao longo dos últimos meses, o Truco – projeto de fact-checking da Agência Pública – analisou sete argumentos usados pelos parlamentares. Veja quais são os fatos por trás das frases usadas pelos políticos.

1. O Brasil não é campeão mundial em processos trabalhistas.
O argumento falso de que o Brasil é o maior recordista em ações trabalhistas tem sido repetido insistentemente no Congresso e na imprensa. A afirmação foi encontrada pelo Truco no relatório da reforma trabalhista analisado na comissão especial da Câmara que debateu a proposta, elaborado pelo deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN). Nossa checagem mostrou que não há nenhum levantamento mundial ou pesquisa que comprove isso. Especialistas não recomendam comparar países com legislações completamente diferentes nessa área. Além disso, o grande número de processos não ocorre por falhas na legislação atual.


2. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é alterada constantemente.
Pelo menos 53 leis, decretos e medidas provisórias alteraram a CLT desde que foi criada, há 74 anos. As alterações serviram para complementá-la, regular alguns dos pontos ou modificar outros. Por isso, é falso dizer que se trata de uma legislação que ficou parada no tempo, como insinuou o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), em relatório apresentado na Comissão de Assuntos Sociais. O próprio parlamentar entrou em contradição no documento, que lista várias das mudanças.


3. O desemprego jamais chegou a 4,8% no governo Lula.
Ao comparar os índices de desemprego do governo Temer com os registrados nos dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o deputado Caetano (PT-BA) exagerou e disse que a taxa era de 4,8% na administração do seu companheiro de partido. Embora a quantidade de desempregados tenha diminuído ao longo dos oito anos de Lula, a menor média anual foi de 6,7%, atingida em 2010, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os índices de desemprego foram mais baixos no governo Dilma Rousseff (PT), com a taxa média caindo a 4,8% em 2014. Mas logo depois começaram a aumentar progressivamente.


4. A informalidade não prejudica 45% dos trabalhadores.
A parcela de trabalhadores na informalidade é realmente muito alta no Brasil. De acordo com estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base em dados do IBGE, o porcentual está em 45%. Mas não está certo dizer que todas essas pessoas sofrem por estarem nessa condição, como fez o senador Romero Jucá (PMDB-RR) no relatório apresentado à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. Ainda que pequena, uma parte dos informais sem carteira assinada ou que trabalha por conta própria consegue rendimentos superiores a cinco salários mínimos.


5. A reforma trabalhista não muda a Constituição, mas retira direitos.
Por se tratar de um projeto de lei, a reforma trabalhista não tem o poder de alterar a Constituição. Há, no entanto, direitos que só são garantidos pela CLT e por leis complementares e eles não estão protegidos. Foi o que afirmou corretamente o senador Paulo Paim (PT-RS) no relatório apresentado à Comissão de Assuntos Sociais do Senado. A proposta do governo torna muitos desses direitos negociáveis, às vezes diretamente entre patrão e empregado. Para especialista na área ouvida pelo Truco, haverá precarização se a lei for aprovada.


6. O PT não deixou 14 milhões de pessoas desempregadas.
O desemprego começou a crescer no segundo mandato de Dilma, mas é distorcido dizer que todos os desempregados que existem hoje vêm do governo petista. Checado pelo Truco, o deputado federal Pauderney Avelino (DEM-AM) fez essa afirmação no plenário da Câmara. Diferenças na metodologia impedem de comparar os números do final do governo PT com os dados do IBGE de 2003, quando Lula assumiu, ou de 2011, quando Dilma iniciou seu primeiro mandato. Quando foi aprovado o impeachment, havia 12 milhões de desempregados. Ainda assim, todos os governos anteriores sempre tiveram um contingente variável de pessoas à procura de trabalho. O número nunca foi zero – e isso impede que todo o grupo seja colocado na conta de um presidente ou partido.


7. Força de trabalho potencial não pode ser somada ao total de desempregados.
Para inflar o contingente de pessoas desocupadas, o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) somou o número de desempregados com outro dado, o da força de trabalho potencial. Segundo o IBGE, são “pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho, ou que procuraram, mas não estavam disponíveis para trabalhar”. Com isso, a conta passou de 14 milhões para 21 milhões de brasileiros. O instituto alerta que é errado fazer esse tipo de cálculo, por se tratarem de grupos diferentes. A medição serve para traçar um retrato mais fiel do mercado de trabalho.



Maurício Moraes é jornalista e editor na Agência Pública, Patrícia Figueiredo é estagiária de redação na Agência Pública.


segunda-feira, 17 de julho de 2017

O Peregrino | Livro escrito em 1678 será novamente adaptado para os cinemas

Projeto será feito por uma produtora especializada em filmes de temáticas religiosas.


Primeiro romance escrito em inglês, o livro “O Peregrino” vai novamente ser adaptado para as telonas, de acordo com o site “Hollywood Reporter”. O longa, atualmente denominado “Heavenquest: A Pilgrim’s Progress” (“Missão do Céu: A Jornada do Peregrino” em tradução livre), é o terceiro filme da produtora King Street Pictures, especializada em obras religiosas.
“O Peregrino” foi escrito em 1678 por John Bunyan e trata-se de uma alegoria da vida cristã. Traduzido para mais de 200 línguas, o livro tem o objetivo de levar o leitor a refletir sobre como deve ser a vida terrena, simbolizada pela jornada do protagonista chamado apenas de “Cristão”.
A obra serviu de base para outras adaptações, como “O Peregrino” (1979), que contava com Liam Neeson (“Silêncio”) em seu primeiro trabalho como ator, e o recente “O Peregrino – Uma Jornada Para o Céu” (2008), que deu uma visão moderna à alegoria.
Sem mais informações, a adaptação do livro, considerado por muitos cristãos o mais lido depois da Bíblia, não tem data de estreia prevista.